Na mais longa deslocação que a equipa teria de realizar nesta fase da época, o Clube Desportivo Montenegro, através de uma das suas equipas de Benjamins B, viajou até Vila Real de Santo António para lá disputar a 13ª jornada.


 FICHA DO JOGO
Lusitano FC 13 vs CD MONTENEGRO 2

BENJAMINS B Série D (1ª FASE) - 13ª Jornada / Sábado 12 de Fevereiro ás 11h
Local: Campo Francisco Gomes Socorro
Assistência: aprox. 30 pessoas
Técnico: Nuno Estevam
Técnico: António Tavares
Delegado: Luís Gomes
Equipa Inicial: 1 - Ricardo Coutinho (50'), 3 - Guilherme Fidalgo (50'), 6 - Rafael Maurício (50'), 7 - Fábio Teixeira (50'), 9 - Gonçalo Figueiredo (27'), 11 - Miguel Colaço (50') e 16 - Miguel Baião (50').

Jogou ainda:
15 - João Magro (23')
Golos: Fábio (6') e Baião (12')
Ao Intervalo: Lusitano FC 8 vs CD Montenegro 2

Melhores jogadores em campo: Fábio, Guilherme, Rafael e Ricardo



ESTATÍSTICA
Ataques (1ª/2ª)
Montenegro - 31 (15/16)
Lusitano - 42 (25/17)

Remates (1ª/2ª)
Montenegro - 8 (1/7)
Lusitano - 24 (15/9)

Cantos (1ª/2ª)
Montenegro - 3 (0/3)
Lusitano - 7 (3/4)

Golos (1ª/2ª)
Montenegro - 2 (2/0)
Lusitano - 13 (8/5)

Posse de bola da Equipa (06m28s / 7m35s)

LEGENDA:
A PRETO sem alteração relativamente ao 1º jogo
A VERMELHO o que piorámos e deixámos o adversário fazer relativamente ao 1º jogo
A VERDE o que melhorámos e não deixámos o adversário fazer relativamente ao 1º jogo


Na ante-visão para esta jornada, sabíamos para o que íamos, não sabíamos era que teríamos tantas ausências, e estas com bastantes minutos jogados, tendo por consequência a apresentação de uma equipa menos habilitada para o grau de dificuldade que o adversário iria propor.

Fomos a jogo com os melhores jogadores disponíveis e interessados em contribuir para a equipa.

Fomos a jogo para principalmente ganhar uma equipa, independentemente do resultado desportivo, pois interessava dar minutos e experiências, que o treino só por si não dá, e dai se poder colher frutos no futuro que se avizinha.

Inicio da partida, e logo pouco minutos volvidos, cerca de cinco, e já se perdia por três a zero, mercê de falhas individuais (passe e posicionamento), em sectores recuados. Entrámos mal no jogo, lentos, desatentos e desconcentrados.

A orquestra estava desafinada, pois "ouvia-se" os diversos instrumentos individualmente, e não como um todo, mas eis que num ataque rápido, aproveitando o balanceamento ofensivo do adversário e numa dessas atitudes individuais, com intenção, persistência e saber, a equipa consegue concretizar um golo, reduzindo a desvantagem para dois golos, com um bom golo de Fábio, era o três a um aos seis minutos.

A equipa sorriu, como que o jogo poderia ter um seguimento diferente do até ali jogado.

Mas foi pouco o tempo de alegria, pois minutos volvidos sofríamos o quarto golo, num remate de fora da área, e onde o guarda redes é mal batido (passando a bola por cima deste e perto das mãos).

Retomado o jogo, encontrava-se a decorrer o minuto treze, minuto de sorte pode deu golo a favor do Montenegro, minuto do quatro a dois através do Baião, mais uma jogada individual, em ataque rápido, aproveitando a desorganização defensiva contrária.

A equipa não conseguia jogar no centro do terreno, pois a qualidade e experiência dos jogadores que ai estavam colocados, face à qualidade dos adversários, não permitia jogar mais e melhor, sendo o jogo realizado pelas alas, onde se encontravam os jogadores mais fortes globalmente.

Com o quatro a dois, estava lançado o jogo, dinâmico, alegre, jogado pelo Lusitano, e aproveitando algumas oportunidades o Montenegro.

A partir desse momento, e alteradas alguns jogadores contrários, foi-nos mais dificil atacar pelas alas, e aqui a pouca lucidez dos médios laterais, que insistiam em jogadas individuais, frente a dois e três adversários, conjugado com o avanço excessivo do médio centro, e a pouca linha de passe dada pelo avançado, faria com que o adversário recuperasse a bola, e em jogada ou raíde pela linha marcasse golo, chegando assim a vencer ao intervalo por oito a dois.

Na segunda parte, no global correu-nos melhor, o passe, o colectivo, as entreajudas, a agressividade (para a mesma quantidade de ataques, obtivemos mais remates (7) - baliza - e mais cantos (3)), embora sem tirar partido disso mesmo.

O adversário por sua vez, mantendo o seu estilo mas mais rápido sobre a bola e o adversário, não marcou mais, devido à exibição do Ricardo na segunda parte.

Do jogo salva-se a observação de que a equipa está a ganhar músculo, pulmão, reflexo da alteração de intensidade no treino, mas não pode resolver os seus problemas individualmente, através de acções individuais apenas, ou baseado no esforço de alguns, temos de ser todos e como um todo (equipa).

O saber continua lá, estejam os jogadores atentos, concentrados para o poderem empregar correctamente e com confiança. Vamos treinar na intensidade e no jogar, empregando os conhecimentos de forma frequente e com grau de exigência elevado. Correr, Correr, Correr... Jogar, Jogar, jogar...


Força CD Montenegro, ao ATAQUE EQUIPA, ao GOLO Benjamins!